quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Me and Death

A morte e eu temos uma relação complicada. Geralmente tento preparar-me psicologicamente para tal ocorrência, mas, ao ver o meu gato preferido morrer bem à frente dos meus olhos, vi que não importava o quanto nós nos mentalizamos de que uma coisa vai acontecer, porque, no fim de tudo, continuamos a não estar preparados. Felizmente, não tive muitas experiências de morte, mas isso também trás algo negativo: estou mais vulnerável quando acontece, e talvez parte da minha imaturidade seja consequência desse facto. Não estou habituado a perder coisas, e por isso tomo tudo por certo, mesmo que saiba que não o é.

Não tenho a consciência de que posso perder tudo com um simples estalar de dedos, e isso é bastante mau. Mas que fazer? Sou assim. Enquanto não perder algo importante, não vou sentir falta disso. Ao fim ao cabo é o mesmo comodismo que assombra a humanidade, e talvez os portugueses em especial.

A Dor faz crescer. Sem Dor não sofremos perda; não amadurecemos. Portanto, uma perda cedo na nossa vida obriga-nos a crescer mais depressa psicologicamente; abre-nos os olhos, dá-nos um impulso. A mim falta-me isso. Falta-me perder algo para estimar o que tenho. Não quer dizer que tenha que morrer alguém, porque esse impulso que falei e que eu poderia ganhar disso, já lá vai, portanto a dor resultante da perda de um familiar, iria ser, não digo passageira, mas temporária e sem efeitos relevantes na minha personalidade. Bastaria ter reprovado no décimo ano, ou perder algumas cadeiras na faculdade.

Claro que para ter efeito, não posso fazer de propósito e, pensando melhor, não deveria ter consciência dos benefícios. [Pausa - thinking...] Meh. Percebi agora que já não ia ter grande efeito... Isto é mesmo típico de mim... Afinal tudo o que escrevi de precisar de Dor foi inútil, pois tendo consciência de que preciso perder algo, se perder esse algo, o choque não irá ser tão grande, diminuindo assim a Dor, e o amadurecimento resultante. Será que, inacreditavelmente, estou destinado a não crescer...?

Anyway... Se eu fiquei triste quando o gato deixou de respirar, nem quero saber o que teria acontecido se fosse um familiar. Honestamente, nem sequer quero pensar nisso, só sei que algum dia irá acontecer, mas ainda assim prefiro não ter consciência disso. A vida é tão efémera, que se eu pensar nisso não poderei aproveitá-la. Aliás, se todos fossemos pensar em quando é que vamos morrer, não viveríamos de todo. Ignorância é felicidade, neste caso vida. É melhor mas é deixar o drama da Dor de lado e aproveitá-la pelos que já não estão entre nós.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Yesterday, my cat died

Ele foi um dos da primeira geração de gatos que habita na minha casa - leia-se, quintal (os que me conhecem sabem do que falo). Já o tinha desde o meu terceiro ano, o que faz com que ele já fosse velhinho (9 ou 10 anos). Já foi "chefe" lá da colónia e de lá da zona, por isso, já estava um bocado em mau estado (cicatrizes, estava cego de um olho, andava muito magro...). Já tinha também claras evidências da sua velhice, como a cor do pelo mais acinzentada, e o seu ronronar atrapalhar-lhe a respiração. Já era velho, pronto.

Lembro-me de quando a ninhada dele apareceu no portão do meu quintal, vinda de um buraco por baixo da casa do meu vizinho. O meu pai, sem a gente saber, ia lá dar-lhes de comer, e um dia, eles resolveram segui-lo. Foi muito giro. Eu a brincar no quintal com um amigo meu, quando ouço miar e arranhar ao pé do portão. Era eu a abrir o portão e os quatro gatos minúsculos a saltarem desesperadamente o degrau para entrarem no jardim. Esta foi a parte em que eu, na minha ingénua criança de 8/9 anos, disse: "Que giros... Podemos ficar com eles???". E assim foi (com um empurraozinho do meu pai, imagino): adoptámos aqueles quatro gatos que iriam dar origem à infestação do meu quintal. Desses quatro, sobraram dois, e esses dois tinham aguentado até ao dia de ontem, dia em que o dito gato morreu.

No fim-de-semana passado, notei que ele tinha comido pouco, e que já andava assim um bocado para o constipado. Mas ontem de manhã é que se viu o real estado do gato. Estava tão mal, que o meu pai logo tratou de o meter em casa, ao pé do aquecedor. Estava mesmo mal e já adivinhávamos que não ia passar desse dia, mas ainda tínhamos alguma esperança, por isso acendeu-se a salamandra, e aconchegámos o gato numa manta em cima do sofá. Eu, como é óbvio, tive aulas, e não pude estar em casa. Para dizer a verdade, nesse dia até nem pensei muito no gato, mas quando cheguei a casa, ele estava muito pior, o que me entristeceu. O jantar passou, mantivémos lenha na salamandra, aconchegámos o gato, mas ele estava cada vez pior (ao aconchegá-lo, mexi-lhe na cauda para o enroscar, e ele nem sequer reagiu; a cauda mais parecia um peso morto). Tudo o que podíamos fazer era mantê-lo confortável, o que me fez sentir algo impotente. Lá mais para o serão, não sei como nem porquê (talvez fosse para se manter mais quente - o sangue já não devia circular como deve ser, deixando assim arrefecer o corpo), ele sai do sofá com assustadora dificuldade, e deita-se mesmo junto à salamandra, ao pé da "irmã". Atrapalhadamente e sem forças para se enrolar, deixa-se cair para o chão, mesmo isso com dificuldade e sempre a respirar sabe lá Deus como. Os nossos olhares (pelo menos o meu) estavam concentrados no gato. Ao fim de algum tempo, ele começou a tremer, ou a ter convulsões - o pequeno coração já começava a dar sinais de falhar. Ele estava a morrer, mas ainda lutava pela vida e por mais um folgo de ar. Via-se isso, porque ainda que não tivesse forças para abrir a boca (coisa que tentámos fazer em vão), tentava fazer subir os "lábios" para que algum ar entrasse pelos intervalos dos dentes.

Eventualmente, parou de se mexer, e os pequenos pulmões, de bombear ar. Ele havia morrido.

Tanta vez eu me mentalizei que isto um dia ia acontecer, e no fim de contas, não estava preparado. Chorei. Seria um hipócrita se dissesse que não tinha chorado. E chorei mesmo, não foi só uma lagriminha no canto do olho. Não percebi de onde vinham as lágrimas, mas o certo é que elas escorriam. "Men... É só um gato!", dizia eu, mas não pude deixar de conter a minha tristeza, afinal, era o gato que eu gostava mais e apesar do mau aspecto, era o mais carinhoso e meigo que tinha. Acho que de alguma forma nos entendíamos bem, como não me entendo com outro animal, nem mesmo com a sua irmã, que está quase sempre em casa. Vou ter saudades, mas no fim de tudo, acho que morreu bem. Confortável, no quente de casa, ao pé da irmã, e rodeado pelos os nossos olhares de preocupação. Morreu em casa, junto da família onde pertencia, e estou feliz por isso.

Goodbye cat. This one is for you. I'm going to miss see you try to jump into the couch. ;-)


Rest In Peace 20/11/2007

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

The bad use of Internet, again

Agora com o aparecimento da nova Internet, Web 2.0, há uma coisa que me veio novamente à cabeça. Com os avanços tecnológicos, o futuro está a alcançar o presente, ou talvez devesse dizer que o presente está a alcançar o futuro, mas presentemente, já nem sequer quero saber. Na minha opinião, o homem é "mau" por natureza, e tudo o que é criado por ele, tem, irremediavelmente, vista a sua utilização para fins que justificam o que estou a dizer. A Internet não é excepção. Começando em informação inútil, e acabando em sites de pornografia infantil, ou de filmes snuff, a Internet parece ser um poço de informação sem controlo, em que uma pessoa se afunda voluntariamente, ou não. A falta de seleção e supervisão da informação torna também este meio de comunicação numa tentadora ferramenta de burlas e, com a ajuda de spyware e adware, perfeita para copiar informações. Tanto, que hoje em dia já não se fazem vírus informáticos com o intuito de destruir, mas sim software capaz de interceptar as nossas informações privadas, o que pode ser muito mais perigoso para nós, e mais proveitoso para os piratas informáticos, que, face à ainda falta de eficácia dos agentes da ordem neste meio, enchem os bolsos com o nosso dinheiro.

Em todo o caso, acho improvável que isto mude, até mesmo porque o principal nome por detrás da rede, a Microsoft, é várias vezes acusada de ser a origem da maioria desse software, assim como o Windows Vista ser uma forma de vigiar o nosso computador. Quem disse que o Grande Irmão é obra de George Orwell?

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

The "curtain" falls

O mundo à minha volta cada vez parece mais misterioso e traiçoeiro. As conversas implicam sempre escolhas subjectivas que influenciam os pensamentos que as pessoas têm de nós. Se escolhermos uma opção errada, podemos ser banidos para a solidão. Mas o pior, é que muitas vezes as escolhas certas estão bem disfarçadas, diria até, armadilhadas, e para lhes chegar temos que ter muitíssimo cuidado com o que dizemos, para não caír na armadilha, tal mosca numa planta carnívora. Mas eu pergunto-me: Porquê? Porque é que isto tem de ser um processo tão complexo? Porque é que as pessoas não podem simplesmente dizer o que lhes vem na alma? É que isto leva pessoas ao desespero (nomeadamente eu), e não vejo sentido para estas regras sociológicas tão meticulosas e desnecessárias, na minha opinião. Se nos convidarem para alguma coisa e recusarmos, somos logo postos de parte; mas se aceitarmos prontamente, parecemos desesperados demais. Lá está. Qual a resposta certa neste caso? Hesitar um pouco, ficar com cara de quem está a olhar para o dia de ontem, e esperar que essa pessoa insista, para depois, com uma falsa relutância, aceitarmos o convite. Se não passarmos por estes passos todos, corremos o risco de pensarem que a) somos muito inflexíveis, solitários, anti-sociais ou whatever; ou b) que somos uns tristes sem ninguém ou nada para fazer (o que, muitas vezes, até é verdade, mas não queremos que as pessoas saibam).

Eventualmente, tive de criar uma espécie de metáfora (talvez não seja bem isso, mas dá para perceber) para tentar enfiar estas regras subliminares na minha cabeça: a "cortina". Já vai à alguns anos que eu criei esta teoria e, segundo ela, não importa quão boa a pessoa seja (ou aparente ser), todas as pessoas têm "cortinas", e essas "cortinas" escondem o seu interior do resto da sociedade. Bem, é um bocado difícil de explicar, e até pode soar um pouco paranóico ou lunático da minha parte, mas acredito que é verdade, pelo menos no meio em que tenho vindo a crescer (e por meio entenda-se pessoas). Com os amigos, convive-se, lança-se piadas e está-se muito bem num óptimo ambiente familar. O que me frusta, é que nem tudo é o que parece, e muitas vezes estes bons convívios são apenas uma fachada. Acha-se muita piada, e tal, mas lá no fundo pensa-se como é que se há-de fuzilar o responsável; ou lança-se um comentário mais amargo que se encaixa na conversa e que depois se desculpa com um: "Ah, 'tou a brincar. Não tens mesmo sentido de humor...", gerando assim os ódios secretos e os boatos que são lançados ao vento sabe-se lá por quem; tudo isto, claro, tapado pela tal "cortina", que mostra sempre um ar saudável e contente, quando, na verdade, é o princípio do fim de uma suposta amizade (que, tanto como sabemos, até pode nem sequer ter chegado a existir). Hipocrisia é do pior veneno que pode haver. Não tolero. Isso e a arrogância. Não suporto uma pessoa arrogante, ainda que ela tenha razão, e detesto uma pessoa falsa porque... Porque... Porque sim, pronto. Quem é que gosta de mentirosos?

E pronto, com estas intimidantes consequências, com os erros que vai dando, uma pessoa vai ficando um bocado traumatizada e desabitua-se ao à vontade que tinha quando ainda era um ingénuo e livre espírito. Todos nascemos puros, mas a sociedade do Homem estraga isso, através destas várias camadas que nada mais fazem do que atrapalhar e amordaçar o nosso próprio "eu" atrás de uma máscara ou, como eu prefiro, "cortina". Já não sei o que fazer, nem o que dizer. As pessoas por dentro são todas diferentes, mas habituaram-se a ter essa máscara que lhes dá uma certa segurança, e agora parecem todas iguais. Para onde quer que olhe, só vejo espelhos que se reflectem mutuamente; um vazio de personalidade apenas superável pela fútil noção de que amigos são aqueles que fazem comments às fotos do Hi5.

Seja como for, este tipo de escolhas sociais e morais levam-me à loucura, e então eu, que sou um tipo pacato e sincero (não são minhas, as palavras). Se todos puséssemos essas máscaras sociais de parte e se assumissemos quem somos realmente, acredito que o mundo seria melhor, ou, pelo menos, mais simples. Mas não, temos que sair à rua com uma máscara a tapar a nossa personalidade e usar montes de palavras caras, porque caso contrário pensam que somos burros e não nos têm em boa conta, ou acham-nos simples demais e, novamente, não nos têm em boa conta quando queremos discutir alguma coisa.

Damn! Que complexidade esta que o Homem desenvolveu. Eu sei que o ser humano é um ser social e complexo, mas para quê tantas faces e facetas? Para quê, digam-me. Para quê!

domingo, 4 de novembro de 2007

Friend, or not so?

Uma das coisas que mais me põe a pensar nestes últimos tempos é o que é que podemos realmente considerar um bom amigo. Normalmente, quando pensamos em amigos, pensamos em alguém com quem nós nos damos bem, ou com quem convivemos no dia-a-dia, mas, para mim, um amigo sempre foi algo mais. Sempre dei muito valor a um bom amigo, mas o que é certo, é que pelo que vejo actualmente, esse ideal de grande amigo que está sempre ali, para o que der e vier, não passa de um conceito utópico; inatingível, explorado pela televisão e pelo cinema. Pessoas como essas, não existem. Podemos ter uma pessoa a quem nós chamemos de "melhor amigo", mas no fim de tudo, após a despedida, cada um segue o seu caminho, perde-se o contacto, e a verdade vem à superfície: a verdade de que afinal não era uma amizade profunda que ali rezidia, mas sim um poço de bem estar e compatibilidade, fútil e passageiro, que esmorece à mínima dificuldade.

Ficamos sempre um pouco desapontados, mas depois acordamos para a vida. No entanto, uma pergunta ainda persiste. Se a despedida é inevitável, qual a razão de ganharmos o afecto de certa pessoa? Qual o sentido de investirmos tempo numa amizade que inevitavelmente acabará? Torna a passagem pelo percurso da vida mais ligeira do que percorrê-lo sozinho, mas será esse o único motivo que nos impela para a socialização?

Recentemente, entrei para uma faculdade, mas entrei sozinho. Quando entrei não conhecia absolutamente ninguém, e agora pouco mais que isso eu conheço. Sempre tive um bocado de dificuldade nesse campo, até porque até nem era uma necessidade, pois estou habituado a que alguém conhecido transite de ano e escola comigo e que me ajude nesse acto que é o de conhecer pessoas, mas desta vez foi diferente. Estando completamente sozinho e alheio aos convívios que se dão entre caloiros à noite, vejo-me impossibilitado de arranjar um pequeno espaço nessa comunidade que é a turma. Todos já se conhecem e, inclusivé, sabem o meu nome, mas não me conhecem, nem eu os conheço a eles. Já lá vai muito tempo desde que eu me sentia tanto outsider, a caminhar pelos corredores sozinho, a almoçar sozinho... Já lá vai mesmo muito tempo desde a última vez que eu tive esta sensação de não pertencer a algum sítio. Felizmente sei que isto é passageiro, mas lá está, que necessidade é esta de falar com alguém?

A pressão que a sociedade exerce em nós é mesmo extraordinária. Faz-nos sentir mal, deslocados, por não estabelecermos relações com outras pessoas, relações vãs, pois sabemos que mais tarde ou mais cedo irão acabar. Mas seja como for, não podemos deixar de tê-las, pois são uma parte integrante da nossa vida. Eu apenas desejava que elas fossem um pouco mais duradouras, e não tão instantâmeas. Acho que o problema reside aí. Eu quero amigos, e não conhecidos, mas todos querem conhecer o máximo de pessoas sem que as conheçam de facto. Quando procuro um amigo, procuro muito mais do que uma semelhança de gostos, procuro uma pessoa que me entenda, com quem me dê excepcionalmente bem, com quem possa ter conversas "sérias" e que esteja disposto a construir uma amizade duradoura. Será que eu sou selectivo demais? Conhecer pessoas, conheço aos montes, mas amigos per se, tenho poucos. Não que não me cheguem, mas lamento imenso que nenhum deles esteja comigo na faculdade, que é onde eu sinto mais essa pressão.

Conhecer pessoas sozinho, para mim, é difícil, mas felizmente isso não quer dizer que seja impossível. Eventualmente, irei conhecer o resto dos meus colegas, ainda que alguns gostos não sejam compatíveis, mas, tal como no fim nos vamos despedir e esquecer uns dos outros, no princípio é inevitável a interação forçada pela sala de aula. Vai levar tempo, mas a sociedade vai-me levar novamente nessa corrente de socialização e facilitar a passagem do tempo que ainda falta. O que agora me preocupa mais é por parte do passado atrás das costas e seguir em frente, o que para mim é ainda mais difícil. Vivi muitos bons tempos na escola secundária, tempos que dificilmente se irão repetir porque as pessoas eram únicas, mas elas parecem, de certa forma, ter-me deixado para trás, portanto, e por muito que me custe, terei que fazer o mesmo.

Por agora, meto a bagagem atrás das costas e parto em direcção ao desconhecido. Quem sabe o que o futuro reserva para mim? Só peço é que este período de adaptação passe depressa, bem depressa...

sábado, 3 de novembro de 2007

Welcome

Bem vindos a este meu pequeno espaço, onde partilho as minhas opiniões e reflexões sobre os mais variados assuntos, mas, sobretudo, sobre coisas. Sim, isso mesmo, coisas. Não há um tema específico para este blog. Tanto posso falar da crise no Sudão, como falar das cusquices da minha vizinha do lado (embora não que pense que isso vá acontecer, though). Mas, se procuram informações de última hora sobre qualquer coisa, vão ficar desapontados. Igualmente desapontados vão também ficar se estão à espera de saber os pormenores mais sujos da minha vida privada, porque isto também não é um diário, o que não impede umas pequenas reflexões de vez em quando. Simplesmente, de tempos em tempos, apetece-me escrever e é aqui que entra este espaço. Podem esperar encontrar uma grande variedade de temas (espero) e podem NÃO esperar que isto seja actualizado frequentemente, porque eu também tenho mais que fazer, por isso não estranhem se não cá vier durante semanas.
Mas pronto, detalhes à parte, espero que o que leiam seja do vosso agrado, e, já agora, obrigado pelo vosso tempo.