terça-feira, 29 de julho de 2008

No Continues

Ora aqui está ele, up and running finalmente: http://nocontinues.net/

O No Continues já foi oficialmente lançado, e já possui algumas notícias para regalo daqueles que gostam de videojogos. O cancelamento da Hype! foi um choque forte para muito de nós, jogadores portugueses, mas nada temam porque este site promete assumir-lhe o lugar, ou pelo menos oferecer uma fonte diferente de informação sobre videojogos.

Mas não apenas informação. O importante do site é que permite uma visão pessoal sem abusar do New Games Journalism ao extremo, dando mais importância às opiniões dos redactores do que ao esmiuçar de todos os pormenores de um jogo, mas sempre abordando, claro, as características mais importantes. Por isso não há análises, mas sim críticas e nem tão pouco há debitar de informação que todos já sabem. Os conteúdos pessoais são únicos, e é nisso que apostamos.

Existem alguns nomes sonantes integrados no projecto. Eu... não sou um deles, mas sinto-me honrado por eu, autêntico novato (sinto-me quase com estatuto de estagiário), trabalhar ao seu lado, ao lado de gente que participou activamente em sites e foruns como o No Mutants Allowed, RPG Codex, Site Não-Oficial Mega Score e outros. É uma grande oportunidade para mim de crescer e ganhar experiência, pois é um projecto bem ambicioso e que está a ser encarado seriamente por todos nós. Por isso, se gostam de videojogos e procuram uma opinião extra de gente que ao fim ao cabo são simples jogadores como vocês, passem por lá, registem-se no fórum e discutam. Mas discutam bem, porque são discussões sérias que se procuram.

Espero ver-vos por lá.

Renato "Lp" Lopes

segunda-feira, 28 de julho de 2008

12 de Julho 2008 -- População Inconsciente

Para variar (bastante) o tema, deu-me vontade de abordar política ao de leve. É estranho para mim falar de política. Não só não é tema que me cative muito, como não é, de todo, um dos temas onde estou mais à vontade. A inspiração para este texto veio de uma conversa que tive com um taxista a respeito do nosso actual Primeiro Ministro. O ódio era notável nas suas palavras. Bem... Não tanto ódio, mas antes falta de confiança. Tentei persuadi-lo a ver a outra face da moeda e ele concordou com algumas das coisas que eu disse, mas a desconfiança ficara por desmoronar, uma vez que ele escondia-se por detrás de um escudo de, segundo ele, "experiência de vida". No fim de contas, fiquei com as minhas conclusões, mas acabei por aceitar a sua opinião e apertámos mãos quando cheguei ao meu destino. Foi interessante ter contacto directo com a opinião do povo...


DOWNLOAD: http://extremeexperience.org/portal/index.php?option=com_jdownloads&Itemid=6&task=view.download&cid=9

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Acho que todos os portugueses conhecem a faceta malévola desenhada pela sua própria boca acerca do nosso actual Primeiro Ministro, o Engenheiro Sócrates. As razões por detrás desta má imagem podem residir, penso eu, na sua atitude não só perante a política, mas também perante o povo português. O aumento dos impostos, o famoso “aperto do cinto” e as muitas faltas do Engenheiro Sócrates às suas promessas eleitorais, são alguns dos argumentos mais ouvidos para defender o desgosto do povo, e são, na sua visão, prova do desrespeito que o Primeiro Ministro tem perante ele.

Será correcto pensar assim? Acho que não. Há muito tempo que é moda falar mal dos políticos e, na minha opinião, com o tempo tornou-se mais um hábito do que o que era suposto ser no início: uma manifestação de consciência cívica. Tentando assumir uma posição neutra, proponho-me de facto analisar a mentalidade por detrás deste mesmo comportamento de desconfiança, não inexplicável, mas desnecessária. Explicável, porque é justificável pela História do nosso país; desnecessária, porque é exactamente o tipo de comportamento que gera instabilidade, algo que não necessitamos de todo neste momento. Política é necessária, tal como um sistema governamental, a questão é se realmente ambos são funcionais e compatíveis.

Funciona? Não funciona? Porquê? Se perguntarem a um cidadão aleatoriamente, ele dizer-vos-á que não funciona, porque os políticos são figuras sombrias e corruptas que não inspiram qualquer tipo de confiança. Embora possa estar a ser honesto, isto não corresponde necessariamente à realidade. Na Política há oportunistas, mas também os há em qualquer profissão. Em todo o caso, não tem que ser assim.

Isto leva-me a uma coisa que me faz comichão à noite: é que as falhas são altamente faladas, mas as boas iniciativas ou bons resultados atingidos passam completamente ao lado da pessoa comum. O Governo de Sócrates fez muitas coisas (eticamente) mal, mas fê-lo porque tinha de ser feito para se obterem resultados a longo prazo. No meu ponto de vista, isto não tem que ser moralmente correcto. O futuro do país depende de resultados e não havia outra maneira de os obter, ainda que se aproxime levemente da ideologia Maquiavélica: Os fins justificam os meios.

Com este modo de pensar, a meta do défice proposta pela União Europeia foi alcançada. É uma conquista para o povo português, sofrida, é certo, mas as conquistas de um país implicam sempre o esforço da sua população. Infelizmente, a guerra ainda não está ganha e como tal vamos ter de sofrer um pouco mais, mas temos de ter em mente que isto é um passo necessário a dar em direcção a um Portugal melhor. Quando superarmos este desafio como uma nação, vamo-nos deparar com um Portugal mais rico, desenvolvido, e unido por causa desta mesma experiência, que por bem ou por mal, irá ficar marcada no nosso espírito lusitano, forjando uma nova mentalidade portuguesa.

Fala-se mal porque sempre se falou e porque se fala em todo o lado, mas são poucas as vezes que se pensa porque se fala mal. Compreende-se a falta de confiança do povo português em relação à política, mas o cepticismo tem de dar lugar ao militantismo e as palavras às acções, com uma mente consciente e uns olhos abertos em vez de uns ouvidos unicamente voltados para o boca-a-boca, ao ponto de ignorar a realidade e não procurar saber o que se passa de facto. De acordo, os Mass Media também não facilitam a vida ao cidadão nesse aspecto, mas no fim, a luta cabe sempre ao Zé.

terça-feira, 22 de julho de 2008

19 de Maio 2008 -- O salvador dos jogadores

Ora, este texto foi bastante fraco. Estava sem ideias e já há muito que me debatia com o Prince of Persia: Warrior Within, portanto a modos que o texto saiu algo parecido a um enorme rant acerca da mal organização que eu estava certo de existir. A verdade é que as coisas eram obvias, e eu tenho tendência a achar que as coisas são mais difíceis do que realmente são; tenho tendência a complicar as coisas (vêem?). Não há muito que dizer sobre o texto, por isso fico-me por aqui. Domingo sai o próximo e último que tenho em "stock". Depois, há medida que as newsletters forem saindo, aos Domingos vou postanto.


DOWNLOAD:
http://extremeexperience.org/portal/index.php?option=com_jdownloads&Itemid=6&task=view.download&cid=8

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Bem, estou já quase à dois dias encravado na exacta mesma parte, na maldita, ainda que encantadora, perseguição programada especialmente para mim, comprador, para me fazer correr pelas paredes, descer escadas e evitar um ou outro trecho de caminho partido, enquanto o meu próprio ser estremece ao ouvir as pesadas passadas da besta chamada Dahaka, que me persegue à distância de meia-dúzia de formigas.

Emocionante, sem dúvida, estas partes da acção de Prince of Persia: Warrior Within, aliás, seriam, se as pudéssemos desfrutar decentemente, coisa que não acontece. Nas primeiras vezes, o coração pula, os olhos arregalam-se, e as mãos tremem levemente de emoção ao ver a majestosa figura negra e o adequado ecrã em tons de castanho, mas depois de morrermos algumas vezes (coisa inevitável, diga-se), todo esse sentimento é substituído por uma frustração em relação ao design do cenário, que nos conduz erroneamente para um sítio, em vez de nos fazer ir numa única e indistinta, ou ao menos óbvia, direcção, quiçá com obstáculos, mas fundamentalmente linear, tal como se quer numa boa perseguição.

A primeira destas perseguições, foi deveras deliciosa, principalmente por manter aquele medo pelo que vem a seguir, e a incerteza de se conseguir ultrapassar a meta a tempo; isto, porque consegui completá-la à primeira vez, e que ode aos sentidos e reflexos foi. Gostaria de poder dizer o mesmo desta, mas infelizmente o cenário conspirou contra mim. Por duas vezes me vi enganado. Primeiro, ao sair de um corredor sombrio para deparar-me subitamente com um beco, aliás, varanda, sem saída, e depois quando subitamente me vejo a abrandar o tempo enquanto pulo de uma saliência para outra até finalmente chegar a uma parede onde se encontrava um dos típicos botões da série, que, neste caso, nada fazia, atirando toda a minha esperança de progresso nas mãos de um autêntico, agora sim, beco sem saída.

Na primeira situação, a falha ainda se perdoa, uma vez que, embora não visível à primeira vista, a solução se encontrava bem acessível, mas a segunda situação, essa é puro abuso. Ó quantas vezes carreguei eu, em vão, no raio do botão à espera que se abrisse miraculosamente uma passagem que não se chegou a abrir. Depois, desesperado, o olhar dirigia-se para a direita, depois para a esquerda e em frente, onde a besta dos tentáculos começa a aparecer ainda em câmara lenta. O Destino do Príncipe, a morte, chega; e com ele, o Destino do jogador, o meu Destino, após uns cortes ensanguentados a vermelho num ecrã de fundo preto: Game Over.

Reinicio, e reinicio, na esperança de ver algo que me tivesse escapado. Uma passagem tapada pela câmara, talvez, uma alavanca, um poste… Qualquer coisa! Mas nada. Efectuo, pesarosamente, o mesmo caminho vezes sem conta, com uma incrível destreza, devido à memorização dos movimentos necessários, mas vou sempre encravar no raio do botão. Raios!

No dia seguinte, e após mais uma horita de impiedosa monotonia, chego ao ridículo de implorar salvação aos céus, e foi aí que me lembrei do fiel amigo dos jogadores; aquele que tem sempre resposta para as nossas crises videojogáveis. Qualquer jogador que se preze não desiste ao mínimo problema, mas a frustração assombra-me e não só ameaça a fluência e ambiente do jogo, como arruína toda a experiência, já de si frágil pela enorme quantidade de bugs e glitchs. Não consigo resistir. Abro o portátil, ligo a minha Internet móvel, com um sinal podre à minha inteira disposição, e escrevo na barra de endereços “www.gamefaqs.com”.

Ó a frustração de ter encravado em tal parte que deveria ter sido fluida; ó o lamento de não ter conseguido efectuá-la à primeira, coisa que, agora com a solução diante dos meus olhos, deveria ter sido muito mais fácil e altamente gratificante. De qualquer maneira, e agora satisfeito, continuo a minha aventura a cantarolar, enquanto decapito mais uns inimigos de areia ao roubar-lhes a sua própria arma, pois sei que posso contar com o meu fiel salvador, - meu e de muitos outros, penso - para o que der e vier. E ainda dizem que não há super-heróis…

terça-feira, 15 de julho de 2008

12 de Abril 2008 -- eXPe

Este foi o meu segundo texto para a newsletter eXPe e foi exactamente sobre isso: sobre o próprio fórum. Estava por lá à pouco tempo e tentei por várias vezes introduzir temas de discussão, ou até mesmo ir contra opiniões minhas só mesmo para "picar" um pouco o ambiente para se poder ver actividade, mas tudo foi em vão, e o fórum depressa estagnou. Razões, penso haver três: o reduzido número de utilizadores activos face aos registados, a má estruturação dos tópicos e dos subfóruns, e a falta de algo em comum que motive a comunidade a participar. Tenho de ser honesto, e dizer que esta crise veio mesmo a calhar porque não tinha ainda tema, mas entristecia-me ver o fórum afundar. Curiosamente, quando sugeri a reestruturação, na mesma newsletter, um dos administradores fez um anúncio de uma remodelação para um site de e-learning português. O projecto já arrancou, embora sem fórum, e se estiverem interessados em ver o primeiro site de e-learning tecnológico 100% português e gratuito, basta seguirem a hiperligação http://extremeexperience.org/portal/. Já agora, de lá também podem agora fazer download das newsletter. Finalmente tenho os novos links.


DOWNLOAD:
http://extremeexperience.org/portal/index.php?option=com_jdownloads&Itemid=6&task=view.download&cid=7

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Epá, verdade seja dita que tenho andado sem ideias para escrever, e foi depois de pensar um pouco que me veio um texto que considero se enquadrar neste momento. Estou no vosso fórum há pouco tempo e não sei se estou no meu direito, mas acho que devo dar a minha opinião acerca do eXPe e da sua comunidade.

Quantas vezes acedo eu ao fórum para ver tudo cheio de teias de aranha? “OMG!”, penso eu “Mas que pretendem eles com este fórum???”. E pergunto-vos: Que pretendem vocês com este fórum? Já vi fóruns geeks (Abreojogo/No Mutants Allowed/…); já vi fóruns de, efectivamente, discussão (iTomik); fóruns com especializações específicas (Techzone/Metal Underground) e até já vi e participei em alguns fóruns de galhofa/SPAM/MSN Style (adupla.informe)… De géneros de fóruns já vi quase tudo o que havia para ver; há-os de todas as formas e feitios. Mas o vosso é algo peculiar, o que não seria necessariamente mau, não fosse o pequeno pormenor de NÃO FUNCIONAR.

I simply just don’t get it. Porque criaram vocês um fórum? O que fazem por lá também podem fazer pessoalmente, em turma. Normalmente criam-se fóruns para se consolidar uma comunidade em redor de um ou mais temas comuns. Nesse agregado, depois, surgem inevitavelmente opiniões divergentes e geram-se discussões, ou então discutem-se notícias, etc… O importante é que se gera um clima produtivo onde aprendemos um pouco mais. No dia em que escrevo estas linhas, por exemplo, estive a ler um thread que criaram no iTomik sobre Espaço e Física e aprendi que já é possível criar anti-matéria! Mais um exemplo. Aqui a alguns dias, abri um tópico denominado “Jogos/etc… E Arte” no mesmo fórum, e ainda hoje (e provavelmente ainda na data de saída desta newsletter) estou envolvido numa discussão que considero bastante enriquecedora. Descobri pontos de vista que tenho e que nem me tinha dado conta! É este sentimento de aprendizagem, este ambiente de produtividade e união, que falta por estas bandas. Ou então um espírito de “na descontra” e “Freestyle”. Decidam-se.

A questão aqui é que o vosso fórum não tem um estilo definido devido à comunidade, e isso resulta numa dispersão de temas tal, que os poucos membros que postam perdem-se pelos temas, dando assim um ar parado ao fórum. Se concentrassem mais os tópicos e diminuíssem o número de sub-fóruns, haveria mais movimento, ou pelo menos estava mais focado e organizado, e não tão disperso. Outra razão é o facto de a comunidade ser demasiado diferente. Há uns que sim senhor, querem discutir, mas depois há outros que têm preguiça ou não se interessam. No geral, é um forumzito bem generalista e com um certo à vontade, mas depois há ali uma pequena tentativa de puxar pela comunidade, de levar aquilo mais além, mas que não vê os seus esforços recompensados. Por isto, cria-se assim um clima de incerteza; mais, diria até que o vosso fórum tem uma crise de identidade.

Pergunto-me quantos de vocês se dão sequer ao trabalho de abrir este ficheiro PDF, mas mesmo assim, os que lerem este texto, que tomem alguma iniciativa. Se querem levar este projecto avante, sugiro uma reestruturação, e uma divulgação mais acentuada do fórum, bem como deixarem ser os users a construírem o próprio fórum, em vez de terem carradas de categorias predefinidas ao início. Procurem juntar uma comunidade com gostos e interesses semelhantes; ou pelo menos algo que a una. O meu objectivo até pode ser contrário ao vosso, mas gostava de conseguir tornar este fórum um pouco melhor, melhorando a sua comunidade, nem que para isso criem tópicos só para me atirarem pedras verbais; pelo menos assim mostram alguma actividade.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

9 de Março 2008 -- O Primeiro

Bem, vou começar a postar os textos que tenho feito mensalmente para a minha Coluna de Opinião na Newsletter eXPe. Era para ter um link onde poderiam visualizar toda a newsletter, mas o antigo forum passou por uma reestruturação tornando-se agora num site de e-learning, de modo que prefiro esperar pelos novos links. A Newsletter sai mensalmente, mas tenho já 4 textos em arquivo, assim sendo, numa primeira fase, estes quatro vão sair semanalmente, ao Domingo, mas posteriormente, a publicação vai retomar o carácter mensal, ainda ao Domingo. Neste espaço, vão encontrar sempre um comentário meu acerca do texto; como este é o primeiro, decidi fazer uma espécie de, vá, introdução à coisa. Ora que quero eu ao postar os textos aqui? Em primeiro lugar, tal como em todos os outros textos, armazená-lo online, não tenha eu que formatar o disco, mas também quero ouvir, neste caso ler, a vossa opinião sobre a qualidade dos textos ou sobre os assuntos expressados, uma vez que, tecnicamente, são textos profissionais, embora não esteja a ser remunerado. Já agora, irei criar futuramente um espaço na side-bar dedicado à Newsletter eXPe e que servirá de arquivo para os textos e para que tenham facilitado acesso ao mais recente ou para reler.
E por agora é só. Estejam à vontade para gerir discussões no espaço para comments. Não é um fórum, mas creio que dá para o gasto. A gente vê-se.


DOWNLOAD:
http://extremeexperience.org/portal/index.php?option=com_jdownloads&Itemid=6&task=view.download&cid=6

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Hm, que dizer? Acho que é bem natural que o nosso primeiro texto para alguma secção de uma publicação seja um texto introdutório, por isso, venho assim por este meio apresentar-me ao serviço nesta Newsletter do projecto eXPe – eXtreme exPerience – sob o comando do Chefe de Redacção KF_87

Tal como todos os que escrevem neste espaço, também eu sou um user e membro do fórum eXPe. O meu nome, uma vez que não tenho nada a esconder, é Renato Lopes. Por aqui, o meu nick é Strife, mas também uso o nick de Lp, quando dá, ou em alternativa, Lp_Root. Criei um blogue de escrita, porque gosto de escrever, e porque gosto de escrever, voluntariei-me para integrar esta equipa.

Contava escrever ocasionalmente um texto ou outro, quando me pedissem ou o tema agradasse, mas ofereceram-me mesmo uma colunazita de opinião, aparte do papel de escrever artigos. Como aluno de Comunicação Social que sou, não podia recusar a oportunidade de integrar algo do género, e por isso estou agradecido, ainda mais por me honrarem com uma das primeiras secções fixas da Newsletter. Vou fazer os possíveis para conseguir acompanhar o ritmo e tentar ser o mais profissional possível, por isso, mesmo que não vejam um artigo meu (o que, derivado a vários factores, aconteceu este número), podem sempre contar com esta coluna, que, a partir deste número, vai estar sempre convosco.

O que escrever e sobre o quê. Este é o maior problema. Esta secção está independente do tema geral de cada número, assim, contem que eu fale de tudo… e de nada. Umas vezes falarei de coisas sérias, outras, nem por isso; opiniões sobre opiniões (quando a imaginação escassear); assuntos ligados com as massas; outras vezes assuntos um bocado mais de “nicho”… Resumindo, tudo o que eu me lembrar de escrever, excepto, lá está, escrita criativa, porque afinal de contas isto é para expor as minhas opiniões.

Mais… Ah, sim. Tenham em mente, como disse já imediatamente acima, que são meras opiniões, e, como tal, podem ser debatidas livremente por todos. Uma vez que esta newsletter faz parte de um fórum de discussão, calha bem! Aqui também há o Direito de Resposta, tal e qual como nos jornais. Se sentirem que não concordam com algo que eu disse, deixem a vossa opinião no tópico da respectiva newsletter, ou, se o problema o exigir (se preverem que vai dar uma discussão muito grande), criem um tópico para tal. O importante é que se façam ouvir, e que se gerem discussões saudáveis e produtivas para todos. Façam-se ouvir para que outros vos ouçam.

Bem, acaba-se o meu modesto espaço. Apenas uma breve nota: Todos os textos que fizer para a Newsletter são originais, mas serão depois publicados no meu blogue (http://silentvoid-losthoughts.blogspot.com/) uma ou duas semanas após a saída da Newsletter. Afinal, foi para circunstâncias como esta que o criei; para armazenar todos os meus textos. Finda a nota, e findo o espaço, tenho de confessar que ainda não sei sobre o que vou escrever no próximo número, mas tenho a certeza de que pensarei em algo, e espero que seja do vosso agrado. Em todo o caso, até lá.


Renato Lopes
(Lp/Strife)